Mais famosa, bem-sucedida e rica entre todas as filhas (e filhos) dos Rolling Stones, Georgia May Jagger está completando hoje (12/01) 26 anos. A guria é filha de Mick com Jerry Hall, que foi uma das modelos mais bem pagas do mundo nas décadas de 1970 e 1980.
Além de ser filha de duas pessoas mega famosas, ela também é uma grande estrela internacional, tendo uma carreira vitoriosa como modelo. O rosto dela está por todo lado na Europa, em campanhas de marcas importantes como Chanel, H&M e Versace. Mas ela nem imaginava que podia quase ser atropelada por um brasileiro perdido nos Estados Unidos.

Na frente do Comerica Park, em Detroit, no dia do quase atropelamento da Georgia

Quase atropelando Georgia Jagger

Eu tive um breve encontro com a Georgia Jagger, que foi muito inusitado. Eu estava no VIP Hospitality antes do show dos Stones no Comerica Park, em Detroit. E saí para ir ao banheiro. Ao passar por um corredor desavisadamente, literalmente dei de cara com a Georgia, que vinha no sentido oposto. Ambos estávamos distraídos e não nos chocamos por pouco. Tanto eu quanto ela levamos susto. Aí nos olhamos rapidamente, ambos com aquela cara de “ops, foi maus” e seguimos cada um para um lado.

Os Stones também fazem xixi

Eu entrei no banheiro pensando: “Caraca, quase atropelei a filha do Jagger”. Fui fazer o que tinha de fazer. Quando olhei para o lado, estava o Bernard Fowler, igualmente se aliviando, possivelmente de algumas cervejas.
Eu encontrei o Bernard muitas vezes nos últimos anos e naquela viagem mesmo já o tinha visto na noite anterior, quando ele, Darryl e Tim Ries tocaram num pequeno clube com a participação de Charlie na bateria. Minutos antes o tinha visto no VIP Hospitality. Ele me olhou com aquela cara de “esse sujeito de novo”, falou alguma coisa sobre o calor, o clima ou uma bobagem dessas que se fala nestas situações.

Tim Ries, Charlie Watts, Bernard Fowler e Darryl Jones em show de jazz em Detroit

Tipo, fiquei pensando. Que negócio estranho. Esses caras, e os Stones incluídos no bolo, parecem tão distantes, mas na verdade são todos gente como qualquer um de nós. Andam distraídos e quase atropelam e são atropelados no corredor, fazem xixi e falam de amenidades com estranhos. Conclusão: os Stones também fazem xixi. Impressionante isso, não?
Tem muitas histórias como essas para contar. Mas como acho que as mais quentes ainda estão por vir, vamos deixar isso para o futuro, quem sabe para um livro das minhas aventuras stoneanas?


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