Os Rolling Stones e a Universal Music estão pegando pesado na promoção da reedição Exile on Main Street e do documentário Stones in Exile. A banda está nos Estados Unidos concedendo entrevistas aos mais variados veículos de comunicação impressos ou virtuais, como Wall Street Journal, Vanity Fair, Chicago Tribune, Rolling Stone, Newsweek, além das grandes redes de rádio e televisão norte-americanas. O material é muito extenso, então vamos reproduzir partes de toda esta informação.
Keith no Chicago Tribune:Keith diz que o critério de escolha dos outtakes que seriam incluídos no novo Exile levou em conta as canções que haviam sido menos pirateadas. “Eram canções menos conhecidas que pareceram mais interessantes e eram musicalmente bastante diversificadas”.
Keith na revista Rolling Stone:
Ele relembra o trabalho com Mick Taylor e admite: “Mick Taylor era tão virtuoso, e eu estava muito cru … Se eu tivesse no meu caminho na época, ele ainda estaria na banda”.
Charlie na Clash Music:
Charlie fala surpreso ao ser informado que Bill Wyman tenha tocado baixo em apenas oito canções de Exile on Main Street. “Ele estava lá o tempo todo. Pensei que tinha tocado mais do que isso”, comentou Charlie. O baterista lembra que voltava para casa e que Keith ficava trabalhando de madrugada e que nestes momentos ele fez os overdubs.
Tom Bennett na Vanity Fair:
O diretor da Bravado, Tom Bennett, diz que atualmente não basta lançar um disco e sair promovendo para vendê-lo. É preciso ter uma série de produtos de merchandising para apoiá-los. Desde camisetas de 15 dólares até box sets para colecionadores de 2 mil dólares. Os produtos não estarão apenas em grandes redes como Wall Mart e Best Buy, mas em lojas onde antes não havia música. Com isso, a perda na venda de discos, que ocorre de forma geral hoje em dia, é compensada com o ganho na comercialização de produtos de merchandising. A Bravado é a responsável pelo merchandising de Exile on Main Street.

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